Largado em Guarapari
28 de maio

Um homem foi trazido perante o juiz e acusado de necrofilia, por ter feito sexo com uma mulher morta.
Disse-lhe o juiz:
— Em 20 anos de magistratura, nunca ouvi uma coisa tão nojenta e imoral. Me dê uma única razão para eu não pô-lo na cadeia e jogar fora a chave!
O homem imediatamente respondeu:
— Vou lhe dar não uma, mas três boas razões: Primeira que não é da sua conta, o senhor não tem nada com isso… segunda que ela era minha esposa, e terceira que eu não sabia que ela estava morta, ela sempre agia assim!

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Largado por Lucia Goes

                                          

27 de maio

Um homem escapou da prisão, onde tinha estado por 15 anos. Ele entrou numa casa à procura de dinheiro e armas e encontrou um casal jovem deitado na cama. Ele então ordena ao marido que saia da cama e o amarra em uma cadeira. Em seguida, amarrou a mulher à cama, subiu para cima dela, beijou o seu pescoço, se levantou e foi para o banheiro. Com o criminoso ausente, o marido diz para a mulher:
– Escute, este homem deve ser um fugitivo, olhe as roupas dele. Provavelmente passou muito tempo na cadeia e não vê uma mulher há anos. Eu vi como ele beijou o seu pescoço. Se ele quiser sexo, não resista, faça tudo o que ele disser. Satisfaça as suas vontades, por mais que te dê repulsa. Ele deve ser muito perigoso, e se ficar irritado, provavelmente vai nos matar. Seja forte, minha querida. Eu te amo.
E a sua mulher responde:
– Ele não estava beijando o meu pescoço. Ele estava sussurrando no meu ouvido. Ele disse que é gay, que achou você um gato, e perguntou se tínhamos vaselina no banheiro. Eu disse que sim. Seja forte, querido. Eu também te amo!

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Largado por Lucia Goes

                                          

25 de maio

Um açougueiro estava em sua loja e ficou surpreso quando um cachorro entrou.
Ele espantou o cachorro, mas logo o cãozinho voltou.
Novamente ele tentou espantá-lo, foi quando viu que o animal trazia um bilhete na boca.
Ele pegou o bilhete e leu:
– Pode me mandar 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor.
Assinado…
Ele olhou e viu que dentro da boca do cachorro havia uma nota de 50 Reais. Então ele pegou o dinheiro, separou as salsichas e a perna de carneiro,colocou numa embalagem plástica,
junto com o troco, e pôs na boca do cachorro.
O açougueiro ficou impressionado e como já era mesmo hora de fechar o açougue, ele decidiu seguir o animal.
O cachorro desceu a rua, quando chegou ao cruzamento deixou a bolsa no chão, pulou e apertou o botão para fechar o sinal. Esperou pacientemente com o saco na boca até que o sinal fechasse e ele pudesse atravessar a rua.
O açougueiro e o cão foram caminhando pela rua, até que o cão parou em uma casa e pôs as compras na calçada.
Então, voltou um pouco, correu e se atirou contra a porta. Tornou a fazer isso. Ninguém respondeu na casa.
Então, o cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo, foi até a janela e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes.
Depois disso, caminhou de volta para a porta, e foi quando alguém abriu a porta e começou a bater no cachorro.
O açougueiro correu até esta pessoa e o impediu, dizendo:
– Por Deus do céu,o que você está fazendo? O seu cão é um gênio!
A pessoa respondeu:
– Um gênio? Esta já é a segunda vez esta semana que este estúpido ESQUECE a chave de casa!
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Largado por Serginho.

                                          

24 de maio

Uma certa universitária cursava o sexto semestre da faculdade. Como é comum no meio universitário, ela estava convencida de que era ‘de esquerda’ e estava a favor da distribuição da riqueza. Tinha vergonha de que o seu pai fosse empresário e consequentemente ‘de direita’, portanto, contrário aos programas socialistas e seus projetos que davam benefícios aos que mais necessitavam e cobravam impostos mais altos dos que tinham mais dinheiro…
A maioria dos seus professores e alunos sempre defendia a tese de distribuição mais justa das riquezas do país.
Por tudo isso, um dia, ela decidiu enfrentar o pai. Falou com ele sobre o materialismo histórico e a dialética de Marx, procurando mostrar que ele ‘estava errado’ ao defender um sistema tão injusto e perverso como a direita pregava. Seu pai ouviu pacientemente (como só um pai consegue fazer), todos os argumentos da filha e no momento oportuno perguntou:
– Como você vai na faculdade ?
– Vou bem, respondeu ela. Minha média de notas é 9, estudo muito, mas vale a pena. Meu futuro depende disso, eu sei! Não tenho vida social, durmo pouco, mas vou em frente. Sei que é só uma fase…
O pai prosseguiu:
– E aquela tua amiga a Verinha, como vai?
Ela respondeu com muita segurança:
– Mal. A sua média é 4, ela passa os dias no shopping e namora o dia todo. Pouco estuda e algumas vezes nem sequer vai às aulas. Acho até que ela é ‘meio burra’. Com certeza, repetirá o semestre…
O pai, olhando nos olhos da filha, disse:
– Que tal se você sugerisse aos professores ou ao coordenador do curso para que sejam transferidos 3 pontos das suas notas para as da Vera? Com isso, vocês duas teriam uma média bem aceitável. Não seria um bom resultado para você, mas, convenhamos, seria uma boa e democrática distribuição de notas para permitir a futura aprovação de vocês duas.
Ela indignada retrucou:
– Isso nunca! Trabalhei muito para conseguir essas notas, enquanto a Vera buscava o lado fácil da vida. Não acho justo que todo o trabalho que tive seja, simplesmente, dado assim a outra pessoa.
Seu pai, então, a abraçou, carinhosamente, dizendo:
– BEM-VINDA A DIREITA!
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Largado por Serginho.

                                          

23 de maio

O cara viu uma mulher muito gostosa no balcão do bar e resolveu puxar conversa.
– O seu nome é…?
– Carmen – disse ela.
– Mas que nome bonito. Foi a sua mãe que escolheu?
– Não, fui eu mesma que escolhi..
– Ah, que interessante. Mas porquê Carmen? Gosta de nomes espanhóis?
– Não. É inglês. Car-men, porque gosto de carros e gosto de homens.
E olhando-o nos olhos, perguntou:
– E o seu é…?
– Digamos… Beerfuck.
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Largado por Serginho.

                                          

22 de maio

Dois casais, um de cariocas e outro de paulistas, estavam jogando cartas e uma carta caiu embaixo da mesa.
O carioca se abaixou para pegar a carta e deu uma olhadela na mulher do paulista por baixo da mesa.
Ela estava sem calcinha e com a ‘perseguida’ a mostra.
Alguns minutos depois o carioca, suando quente levantou para tomar água e a mulher do paulista disfarçou e foi atrás dele.
Chegando na cozinha ela perguntou:
– E aí? O que achou?
– Maravilhoso – respondeu o carioca.
– Qualquer 1.000 reais e a gente conversa. Disparou a paulista safada.
– Tudo bem é só dizer quando!
– Amanhã a tarde ele não vai estar em casa você pode ir lá. Combinado!
No outro dia a tarde o carioca chegou na hora marcada pagou os 1.000 reais e mandou ver na mulher do paulista.
No fim da tarde o paulista chega do trabalho e pergunta à mulher:
– O carioca esteve aqui a tarde?
– Sim – respondeu a mulher assustada.
– Deixou 1.000 reais?
– Sim – respondeu a mulher completamente apavorada.
– Ufa que alívio, aquele carioca esteve no meu escritório pela manhã, me pediu 1.000 reais emprestado e disse que passava aqui hoje à tarde sem falta para me pagar. Achei que fosse me sacanear.
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Largado por Serginho.

                                          

21 de maio

O sujeito trabalhava há anos em uma fábrica de conservas e um dia confessa para a mulher que era possuído de uma terrível compulsão: ele tinha uma vontade enorme de colocar seu pênis em um cortador de picles.
Espantada, a mulher sugere que ele procure um psicólogo. Mas ele reluta, diz que vai pensar e vai enrolando até que um dia ele chega em casa cabisbaixo, profundamente abatido:
— O que foi que aconteceu, querido? — pergunta-lhe a mulher se preparando para uma notícia ruim.
— Lembra-se da minha compulsão de enfiar o pinto no cortador de picles?
— Oh, não! — fez a mulher — Você não fez isso?
— Sim, eu fiz!
— Meu Deus, o que aconteceu?
— Fui despedido… — responde o marido.
— Mas, e o cortador de picles?
— Foi despedido também!

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Largado por Lucia Goes

                                          

20 de maio

À noite, enquanto o marido lia o jornal, a esposa comentou:
– Querido, esse casal que mora aí em frente parecem dois namorados. Toda noite, quando volta para casa, ele traz um presente para ela e, de manhã, ao sair, sempre lhe dá vários beijos. Por que você não faz o mesmo?
– Puxa vida querida, mas eu nem sequer conheço a mulher!


Largado por Lucia Goes

                                          

19 de maio

Um milionário está à beira da morte e chama o tabelião para fazer o testamento. Lá estão moribundo, tabelião e testemunhas.
— Todo o meu dinheiro, todas as minhas casas, todas as minhas fazendas e propriedades deverão ficar para a minha esposa. Mas tem uma condição.
O tabelião vai escrevendo.
— E qual é a condição? — pergunta o tabelião.
— Minha mulher deve casar de novo dentro de três meses após minha morte. Se ela não casar, não herda nada.
Uma das testemunhas não entende a razão dessa exigência e o milionário explica:
— É que eu quero ter a certeza de que pelo menos uma pessoa vai lamentar a minha morte.

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Largado por Lucia Goes

                                          

18 de maio

Depois de um bom tempo viajando, o sujeito entrou num bordel, deu R$ 500,00 para a cafetina e pediu:
— Eu quero a mulher mais feia da casa e um prato de macarrão bem gorduroso!
A madame respondeu:
— Olha cavalheiro, por esse dinheiro, você pode ter uma loura linda e um prato finíssimo!
— Sim, minha senhora, mas eu não estou com tesão, estou é com saudades de casa…

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Largado por Lucia Goes

                                          

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